TRATAMENTO ORTOPÉDICO EM CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

Passos confiáveis para um futuro brilhante. Comece a nova jornada no desenvolvimento ortopédico do seu filho com cuidado e compreensão!

Quais as condições ortopédicas mais frequentes?

Crianças com Síndrome de Down têm uma maior probabilidade de apresentar algumas condições ortopédicas específicas. No entanto, é importante notar que agravidade e a prevalência dessas condições podem variar de pessoa para pessoa. Algumas das condições ortopédicas mais comuns em crianças com Síndrome de Down incluem:

É importante ressaltar que cada criança é única, e nem todas as crianças com Síndrome de Down desenvolverão todas essas condições. O tratamento e a gestão dessas condições ortopédicas variam de acordo com a gravidade e as necessidades individuais de cada criança.

Quais são as causas dessas condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down:

As condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down resultam de uma interação complexa entre fatores genéticos e anatômicos relacionados à própria síndrome. Dentre as principais causas, destaca-se a hipotonia muscular, caracterizada pela diminuição do tônus muscular, impactando o desenvolvimento motor e a estabilidade articular. A laxidão ligamentar e hipermobilidade articular, comum nesse grupo, aumentam o risco de subluxações articulares e contribuem para problemas ortopédicos.

A Síndrome de Down, originada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21, influencia o desenvolvimento de diversos sistemas do corpo, incluindo o músculo esquelético. O desenvolvimento ósseo e articular atípico pode levar a condições como displasia do quadril, escoliose e outras malformações ósseas.Anomalias no desenvolvimento fetal também contribuem para as condições ortopédicas, enquanto fatores ambientais e de estilo de vida, como padrões de movimento e atividade física, influenciam o desenvolvimento musculoesquelético.

Além da trissomia do cromossomo 21, crianças com Síndrome de Down podem herdar características genéticas adicionais que afetam o sistema musculoesquelético. A compreensão desses fatores é crucial para o diagnóstico precoce e a implementação de intervenções personalizadas visando melhorar a qualidade devida dessas crianças.

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Quais são as causas dessas condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down:

As condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down resultam de uma interação complexa entre fatores genéticos e anatômicos relacionados à própria síndrome. Dentre as principais causas, destaca-se a hipotonia muscular, caracterizada pela diminuição do tônus muscular, impactando o desenvolvimento motor e a estabilidade articular. A laxidão ligamentar e hipermobilidade articular, comum nesse grupo, aumentam o risco de subluxações articulares e contribuem para problemas ortopédicos.

A Síndrome de Down, originada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21, influencia o desenvolvimento de diversos sistemas do corpo, incluindo o músculo esquelético. O desenvolvimento ósseo e articular atípico pode levar a condições como displasia do quadril, escoliose e outras malformações ósseas.Anomalias no desenvolvimento fetal também contribuem para as condições ortopédicas, enquanto fatores ambientais e de estilo de vida, como padrões de movimento e atividade física, influenciam o desenvolvimento musculoesquelético.

Além da trissomia do cromossomo 21, crianças com Síndrome de Down podem herdar características genéticas adicionais que afetam o sistema musculoesquelético. A compreensão desses fatores é crucial para o diagnóstico precoce e a implementação de intervenções personalizadas visando melhorar a qualidade devida dessas crianças.

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Quais os sinais e sintomas dessas condições ortopédicas?

As condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down podem apresentar uma diversidade de sinais e sintomas, com a gravidade e a presença variando entre indivíduos, estes incluem:

A detecção precoce e o tratamento personalizado são cruciais para minimizar o impacto dessas condições e promover o desenvolvimento saudável das crianças.

Instabilidade atlantoaxial

Evidenciada por sintomas neurológicos e dificuldade no controle da cabeça;

Hipotonia muscular

Caracterizada por dificuldade em manter a cabeça erguida e atraso no desenvolvimento motor;

Laxidão ligamentar e hipermobilidade articular

Manifestam como maior amplitude de movimento e propensão a subluxações articulares;

Pés chatos

Acompanhados de desconforto durante a locomoção;

Escoliose

Marcada por uma curvatura lateral anormal da coluna vertebral e desconforto nas costas;

Displasia do quadril

Indicada por limitação na amplitude de movimento e claudicação ao caminhar;

Problemas nas mãos e dedos

Incluindo dedos curtos e dificuldades na coordenação motora fina;

Estenose do canal espinhal

Pode causar sintomas neurológicos, dor nas costas e problemas de equilíbrio.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico das condições ortopédicas em crianças com Síndrome de Down requer uma abordagem multidisciplinar, incluindo avaliação clínica, exames de imagem e, ocasionalmente, testes laboratoriais. A avaliação clínica, conduzida por um médico especializado, observa padrões de marcha, postura, alcance de movimento e simetria nas articulações.

O monitoramento regular é crucial!

Terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas realizam avaliações funcionais para compreender as necessidades específicas da criança em termos de mobilidade, força muscular e coordenação motora. Dada a natureza dinâmica do desenvolvimento infantil, permitindo a detecção precoce de alterações nas condições ortopédicas e ajustes no plano de tratamento conforme necessário. O diagnóstico precoce desempenha um papel fundamental na implementação de intervenções e tratamentos adequados para melhorar a qualidade de vida das crianças com Síndrome de Down.

Quais os tratamentos para condições ortopédicas de crianças com Síndrome de Down?

Os tratamentos das condições ortopédicas relacionadas à Síndrome de Down sãogeralmente personalizados a depender da natureza e gravidades específicas de cada condição. Aqui estão algumas das principais opções de tratamento que podem ser consideradas:

Em caso de cirurgias, quais as principais realizadas?

Crianças com Síndrome de Down podem enfrentar diversas condições ortopédicas, algumas das quais podem exigir intervenções cirúrgicas específicas.

Algumas cirurgias comuns incluem a osteotomia para corrigir adisplasia do quadril, fêmur e acetábulo.

Procedimentos para corrigir o pé torto congênito e cirurgias minimamente invasivas para o pé plano.

Intervenções cirúrgicas para corrigir a escoliose e estabilizar a coluna em casos mais graves de instabilidade atlantoaxial.

Além disso, cirurgias como a hemiepifisiodeses para corrigir desalinhamentos e deformidades ósseas

A decisão de realizar uma cirurgia é baseada em uma avaliação abrangente da condição da criança, levando em consideração fatores como gravidade, impacto na qualidade de vida e opções de tratamento não cirúrgicas.

Garanta um suporte especializado que promove o desenvolvimento físico saudável e a qualidade de vida do seu filho.

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Quais são as indicações para preparação do paciente para a cirurgia?

A preparação de uma criança com Síndrome de Down para cirurgia ortopédica requer uma abordagem personalizada e abrangente. Isso envolve uma avaliação pré-operatória completa, incluindo exames físicos e testes laboratoriais, para compreender a condição específica e avaliar possíveis riscos. A comunicação adaptada é fundamental para garantir que a criança e sua família compreendam totalmente o procedimento, seus benefícios e riscos, utilizando materiais visuais e linguagem clara.

O envolvimento da família é crucial, fornecendo informações, respondendo a perguntas e abordando preocupações para apoiar o bem-estar emocional da criança. Estabelecer expectativas realistas para o período pré e pós-operatório, incluindo o tempo de recuperação e complicações potenciais, é essencial. Avaliações psicológicas ajudam a compreender as necessidades emocionais da criança, proporcionando suporte emocional adequado.

Explicar à criança e à família o que esperar durante a internação, realizar ajustes ambientais, se necessário, e discutir planos de cuidados pós-operatórios, incluindo medicamentos e terapias, são etapas cruciais. A colaboração estreita com uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgiões, anestesistas e outros profissionais de saúde, é essencial. A abordagem adaptada e centrada nas necessidades individuais de cada criança contribui para uma cirurgia bem-sucedida e uma recuperação eficaz.

Quais são as indicações que os pacientes devem seguir após a cirurgia?

A pós procedimentos ortopédicos em crianças com Síndrome de Down, as indicações pós-cirúrgicas abrangem diversas áreas. A criança deve seguir orientações específicas do cirurgião, incluindo repouso e recuperação adequados, limitando atividades físicas intensas para permitir a cicatrização. A administração correta de medicamentos é crucial para controlar a dor e prevenir infecções.

Participar de consultas de acompanhamento agendadas é essencial para avaliação contínua da recuperação, possível remoção de pontos e ajustes no plano de cuidados. Sessões de fisioterapia e reabilitação são recomendadas para melhorar a força muscular e a amplitude de movimento, promovendo uma recuperação completa. O uso de dispositivos de apoio, como órteses, é prescrito para estabilizar a área cirúrgica.

Os cuidados com a incisão, seguindo orientações sobre higiene, são fundamentais para evitar infecções e garantir uma cicatrização adequada. Monitorar sinais de complicações, como infecção ou inchaço anormal, é importante, exigindo relato imediato à equipe médica. Adaptações no ambiente doméstico podem ser necessárias para garantir a segurança e mobilidade durante a recuperação.

A continuidade do acompanhamento a longo prazo é recomendada para monitorar a saúde ortopédica da criança e fazer ajustes no plano de tratamento conforme necessário. Essas diretrizes visam assegurar uma recuperação bem-sucedida e minimizar complicações após a cirurgia.

Quais são as indicações que os pacientes devem seguir após a cirurgia?

A pós procedimentos ortopédicos em crianças com Síndrome de Down, as indicações pós-cirúrgicas abrangem diversas áreas. A criança deve seguir orientações específicas do cirurgião, incluindo repouso e recuperação adequados, limitando atividades físicas intensas para permitir a cicatrização. A administração correta de medicamentos é crucial para controlar a dor e prevenir infecções.

Participar de consultas de acompanhamento agendadas é essencial para avaliação contínua da recuperação, possível remoção de pontos e ajustes no plano de cuidados. Sessões de fisioterapia e reabilitação são recomendadas para melhorar a força muscular e a amplitude de movimento, promovendo uma recuperação completa. O uso de dispositivos de apoio, como órteses, é prescrito para estabilizar a área cirúrgica.

Os cuidados com a incisão, seguindo orientações sobre higiene, são fundamentais para evitar infecções e garantir uma cicatrização adequada. Monitorar sinais de complicações, como infecção ou inchaço anormal, é importante, exigindo relato imediato à equipe médica. Adaptações no ambiente doméstico podem ser necessárias para garantir a segurança e mobilidade durante a recuperação.

A continuidade do acompanhamento a longo prazo é recomendada para monitorar a saúde ortopédica da criança e fazer ajustes no plano de tratamento conforme necessário. Essas diretrizes visam assegurar uma recuperação bem-sucedida e minimizar complicações após a cirurgia.

Quais as principais dúvidas dos pacientes sobre os tratamentos ortopédicos relacionados a Síndrome de Down?

As dúvidas dos pacientes sobre os tratamentos ortopédicos relacionados à Síndrome de Down podem variar, mas algumas questões comuns podem surgir. Algumas das principais dúvidas podem incluir:

Uso de palmilhas para crianças com pé plano
O uso de palmilhas é vantajoso para crianças com Síndrome de Down e pés planos, proporcionando suporte adicional, correção da postura dos pés e distribuição adequada do peso ao caminhar.
Alternativas de Tratamento
As alternativas de tratamentos ortopédicos para crianças com Síndrome de Down variam de acordo com as necessidades específicas de cada paciente. Alguns tratamentos podem incluir fisioterapia, terapia ocupacional, suportes ortopédicos ou calçados especiais. E, em alguns casos, cirurgias para correção de deformidades ósseas ou problemas articulares graves.
Acompanhamento a Longo Prazo

O acompanhamento a longo prazo com um ortopedista para crianças com Síndrome de Down é essencial para monitorar e tratar possíveis problemas musculoesqueléticos que possam surgir à medida que a criança cresce.

A frequência dessas consultas pode variar de acordo com as necessidades individuais da criança, mas geralmente ocorrem a cada seis meses a um ano. Durante essas consultas, o médico avaliará o progresso da criança, fará ajustes no plano de tratamento conforme necessário e monitorará o desenvolvimento de quaisquer novos problemas para garantir que a criança possa alcançar seu potencial máximo de mobilidade e função, minimizando problemas ortopédicos e tendo uma maior qualidade de vida.

A prática de esporte de crianças com T21

Crianças com Trissomia 21 certamente podem praticar esportes, mas é importante considerar algumas adaptações para garantir a segurança e o bem-estar delas.

Portanto, antes de iniciar qualquer programa esportivo, a criança deve passar por uma avaliação médica para identificar qualquer condição que possa exigir adaptações específicas ou precauções adicionais, como problemas cardíacos, instabilidade atlantoaxial (uma condição que pode afetar a coluna cervical) ou hipotonia (baixo tônus muscular).

Também é preciso explorar quais modalidades podem ser mais adequadas do que outras, dependendo das habilidades individuais, interesses e necessidades da criança.

A prática de esportes pode oferecer às crianças com Síndrome de Down uma série de benefícios, incluindo melhoria da saúde física, desenvolvimento motor, habilidades sociais e autoestima.

Quais as restrições de atividades crianças com Trissomia 21 costumam ter

Muitas crianças com Trissomia 21 apresentam hipotonia, ou seja, baixo tônus ​​muscular, o que pode afetar sua força, equilíbrio e coordenação. Isso pode torná-las mais suscetíveis a quedas e lesões, então atividades que exigem alta coordenação e equilíbrio podem precisar de adaptações ou supervisão extra.

Além disso, existem crianças com Síndrome de Down tem condições cardíacas congênitas, problemas como instabilidade atlantoaxial (uma condição que afeta as duas primeiras vértebras da coluna cervical), dificuldades de capacidade cognitiva, entre outros. Portanto, é importante avaliar com os médicos pediatras, fisioterapeutas e ortopedistas quais atividades são mais seguras e benéficas para cada criança.

Duração e Intensidade do Tratamento

A duração e a intensidade do tratamento ortopédico para crianças com Síndrome de Down (Trissomia 21) variam amplamente e dependem de vários fatores, incluindo a presença e a gravidade de quaisquer condições ortopédicas específicas, as necessidades individuais da criança, sua resposta ao tratamento e quaisquer outros problemas de saúde que possam estar presentes.

O tratamento é um processo dinâmico que é ajustado de acordo com as necessidades individuais da criança e sua resposta ao tratamento. É importante trabalhar de perto com uma equipe de profissionais de saúde para garantir que o tratamento seja adequado, eficaz e ajustado conforme necessário ao longo do tempo.

 

CRM: 144241 | RQE:87247

Conheça o Dr. Felippi Cordeiro

Ortopedista e
Neuro-Ortopedista Pediátrico

Ortopedista Pediátrico e neuromuscular com mais de 10 anosde formação na especialidade, participante no curso de capacitação em Trissomia21 oferecido pelo CEPEC Dr. Zan Mustachi. Atuando nos melhores hospitais de SãoPaulo, toda a sua formação foi realizada na faculdade de medicina da USP(graduação, residência em ortopedia, especialização em ortopedia pediátrica eneuromuscular, mestrado). Experiência em várias patologias da ortopediapediátrica e neuromuscular, com muitos tratamentos conservadores e cirurgiasrealizadas.

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